MPS.BR




O MPS.BR é um programa para Melhoria de Processo do Software Brasileiro, está em desenvolvimento desde dezembro de 2003 e é coordenado pela Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (SOFTEX), contando com apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

A coordenação do Programa MPS.BR conta com duas estruturas de apoio para o desenvolvimento de suas atividades, o Fórum de Credenciamento e Controle (FCC) e a Equipe Técnica do Modelo (ETM). Através destas estruturas, o MPS.BR obtém a participação de representantes de Universidades, Instituições Governamentais, Centros de Pesquisa e de organizações privadas, os quais contribuem com suas visões complementares que agregam qualidade ao empreendimento.

O FCC tem como principais objetivos assegurar que as Instituições Implementadoras (II) e Instituições Avaliadoras (IA) sejam submetidas a um processo adequado de credenciamento e que suas atuações não se afastem dos limites éticos e de qualidade esperados, além de avaliar e atuar sobre o controle dos resultados obtidos pelo MPS.BR. Por outro lado, cabe a ETM atuar sobre os aspectos técnicos relacionados ao Modelo de Referência (MR-MPS) e Método de Avaliação (MA-MPS), tais como a concepção e evolução do modelo, elaboração e atualização dos Guias do MPS.BR, preparação de material e definição da forma de treinamento e de aplicação de provas, publicação de Relatórios Técnicos e interação com a comunidade visando a identificação e aplicação de melhores práticas.
A criação e o aprimoramento deste Guia Geral são atribuições da ETM, sendo que este guia faz parte do seguinte conjunto de documentos de apoio ao MPS.BR:

Guia Geral;
Guia de Avaliação [MPS.BR, 2006a]; e
Guia de Aquisição [MPS.BR, 2006b].

Este Guia de Geral do MPS.BR descreve de forma detalhada o Modelo de Referência MRMPS e fornece uma visão geral sobre os demais guias que apóiam os processos de avaliação e de aquisição. Este guia tem como referência a Norma Internacional ISO/IEC 12207:1995/Amd 1:2002 e Amd 2:2004, a ISO/IEC 15504 e o modelo CMMI-SE/SWSM 2 (Capability Maturity Model Integration). O detalhamento do Guia Geral envolve a definição dos níveis de maturidade, seus processos e capacidade, além dos resultados esperados provendo uma estrutura de trabalho para uma instituição que deseje implementar o MR-MPS.

Esta versão do Guia Geral contempla as seguintes modificações em relação à versão 1.0:

correção da ortografia e reestruturação do documento ;
inclusão e atualização de itens no glossário;
adequação das referências; e,
melhoria da definição de alguns resultados de processo e resultados de atributos de processo, com o intuito de facilitar o entendimento e aplicabilidade do Modelo de Referência MR-MPS.BR.




INTRODUÇÃO


As mudanças que estão ocorrendo nos ambientes de negócios têm motivado as empresas a modificar estruturas organizacionais e processos produtivos, saindo da visão tradicional baseada em áreas funcionais em direção a redes de processos centrados no cliente. A competitividade depende, cada vez mais, do estabelecimento de conexões nestas redes, criando elos essenciais nas cadeias produtivas. Alcançar competitividade pela qualidade, para as empresas de software, implica tanto na melhoria da qualidade dos produtos de software e serviços correlatos, como dos processos de produção e distribuição de software.Desta forma, assim como para outros setores, qualidade é fator crítico de sucesso para a indústria de software. Para que o Brasil tenha um setor de software competitivo, nacional e internacionalmente, é essencial que os empreendedores do setor coloquem a eficiência e a eficácia dos seus processos em foco nas empresas, visando a oferta de produtos de software e serviços correlatos conforme padrões internacionais de qualidade.

Em 2003, no início da concepção do MPS.BR, dados da Secretaria de Política de Informática e Tecnologia do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT/SEITEC), mostravam que apenas 30 empresas no Brasil possuíam avaliação SW-CMM®3 (Capability Maturity Model): 24 no nível 2; 5 no nível 3; 1 no nível 4; e nenhuma no nível 5. Observando-se esta pirâmide pôde-se concluir que a qualidade do processo de software no Brasil podia ser dividida em dois tipos de empresas. No topo da pirâmide, normalmente, estavam as empresas exportadoras de software e outras grandes empresas que desejavam atingir níveis mais altos de maturidade (4 ou 5) do CMMI-SE/SWSM por estágio e serem formalmente avaliadas pelo SEI (Software Engineering Institute), em um esforço que pode levar de 4 a 10 anos. Na base da pirâmide, em geral, encontrava-se a grande massa de micro, pequenas e médias empresas de software brasileiras, com poucos recursos e que necessitam obter melhorarias significativas nos seus processos de software em 1 ou 2 anos.

O foco principal do MPS.BR, embora não exclusivo, está neste segundo grupo de empresas. Busca-se que ele seja adequado ao perfil de empresas com diferentes tamanhos e características, públicas e privadas, embora com especial atenção às micro, pequenas e médias empresas. Também espera-se que o MPS.BR seja compatível com os padrões de qualidade aceitos internacionalmente e que tenha como pressuposto o aproveitamento de toda a competência existente nos padrões e modelos de melhoria de processo já disponíveis. Dessa forma, ele tem como base os requisitos de processos definidos nos modelos de melhoria de processo e atende a necessidade de implantar os princípios de Engenharia de Software de forma adequada ao contexto das empresas brasileiras, estando em consonância com as principais abordagens internacionais para definição, avaliação e melhoria de processos de software.

O MPS.BR baseia-se nos conceitos de maturidade e capacidade de processo para a avaliação e melhoria da qualidade e produtividade de produtos de software e serviços correlatos. Dentro desse contexto, o MPS.BR possui três componentes: Modelo de Referência (MR-MPS4), Método de Avaliação (MA-MPS4) e Modelo de Negócio (MNMPS4) descritos na seção 6 - Descrição geral do MPS.BR .

O MPS.BR está descrito através de documentos em formato de guias:

Guia Geral: contém a descrição geral do MPS.BR e detalha o Modelo de Referência (MR-MPS), seus componentes e as definições comuns necessárias para seu entendimento e aplicação.
Guia de Aquisição: descreve um processo de aquisição de software e serviços correlatos. É descrito como forma de apoiar as instituições que queiram adquirir produtos de software e serviços correlatos apoiando-se no MR-MPS.
Guia de Avaliação: descreve o processo e o método de avaliação MA-MPS, os requisitos para avaliadores líder, avaliadores adjuntos e Instituições Avaliadoras (IA).



Uma das metas do MPS.BR visa definir e aprimorar um modelo de melhoria e avaliação de processo de software, visando preferencialmente as micro, pequenas e médias empresas, de forma a atender as suas necessidades de negócio e ser reconhecido nacional e internacionalmente como um modelo aplicável à indústria de software. O MPS.BR também estabelece um processo e um método de avaliação, o qual dá sustentação e garante que o MPS.BR está sendo empregado de forma coerente com as suas definições.

A base técnica para a construção e aprimoramento deste modelo de melhoria e avaliação de processo de software é composta pelas normas NBR ISO/IEC 12207 – Processo de Ciclo de Vida de Software, pelas emendas 1 e 2 da norma internacional ISO/IEC 12207 e pela ISO/IEC 15504 – Avaliação de Processo (também conhecida por SPICE: Software Process Improvement and Capability dEtermination), portanto, o modelo está em conformidade com essas normas. Este modelo também cobre o conteúdo do CMMI-SE/SWSM, através da inclusão de processos e resulta esperados além dos estabelecidos na Norma ISO/IEC 12207. A base técnica deste modelo é apresentada em maiores detalhes na seção 7 deste documento.

O programa mobilizador MPS.BR está dividido em três (3) componentes (Figura 1):

Modelo de Referência (MR-MPS), Método de Avaliação (MA-MPS) e Modelo de Negócio (MN-MPS). Cada componente é descrito por meio de Guias e/ou de Documentos do MPS.BR.


Figura 1 – Componentes do MPS.BR


O Modelo de Referência MR-MPS contém os requisitos que os processos das unidades organizacionais devem atender para estar em conformidade com o MRMPS. Ele contém as definições dos níveis de maturidade, processos e atributos do processo, e está descrito neste Guia Geral, na seção 8.

Adicionalmente, o Guia de Aquisição é um documento complementar destinado a organizações que pretendam adquirir software e serviços correlatos. O Guia de Aquisição não contém requisitos do MR-MPS, mas boas práticas para a aquisição de software e serviços correlatos.

O Guia de Avaliação contém o processo e o método de avaliação MA-MPS, os requisitos para os avaliadores líderes, avaliadores adjuntos e Instituições Avaliadoras (IA).

O processo e o método de avaliação MA-MPS está em conformidade com a norma ISO/IEC 15504-2 [ISO/IEC 15504-2, 2003].

O Modelo de Negócio MN-MPS descreve regras de negócio para implementação do MR-MPS pelas Instituições Implementadoras (II), avaliação seguindo o MA-MPS pelas Instituições Avaliadoras (IA), organização de grupos de empresas para implementação do MR-MPS e avaliação MA-MPS pelas Instituições Organizadoras de Grupos de Empresas (IOGE), certificação de consultores de aquisição e programas anuais de treinamento por meio de cursos, provas e workshops MPS.BR. Um resumo executivo dessas regras de negócio está disponível no Portal SOFTEX.



O Modelo de Referência MR-MPS define níveis de maturidade que são uma combinação entre processos e sua capacidade. A definição dos processos segue a forma apresentada na Emenda 1 da ISO/IEC 12207, declarando o propósito e os resultados esperados de sua execução. Isso permite avaliar e atribuir graus de efetividade na execução dos processos. As atividades e tarefas necessárias para atender ao propósito e aos resultados esperados não são definidas neste guia, devendo ficar a cargo dos usuários do MR-MPS.

A capacidade do processo é a caracterização da habilidade do processo para alcançar os objetivos de negócio, atuais e futuros; estando relacionada com o atendimento aos atributos de processo associados aos processos de cada nível de maturidade.


Os níveis de maturidade estabelecem patamares de evolução de processos, caracterizando estágios de melhoria da implementação de processos na organização. O nível de maturidade em que se encontra uma organização permite prever o seu desempenho futuro ao executar um ou mais processos. O MR-MPS define sete níveis de maturidade:
A (Em Otimização);
B (Gerenciado Quantitativamente);
C (Definido);
D (Largamente Definido);
E (Parcialmente Definido);
F (Gerenciado); e
G (Parcialmente Gerenciado).

A escala de maturidade se inicia no nível G e progride até o nível A. Para cada um destes sete níveis de maturidade é atribuído um perfil de processos que indicam onde a organização deve colocar o esforço de melhoria. O progresso e o alcance de um determinado nível de maturidade MPS se obtém quando são atendidos os propósitos e todos os resultados esperados dos respectivos processos e dos atributos de processo estabelecidos para aquele nível.

A divisão em estágios, embora baseada nos níveis de maturidade do CMMISE/SWSM tem uma graduação diferente, com o objetivo de possibilitar uma implementação e avaliação mais adequada às micros, pequenas e médias empresas. A possibilidade de se realizar avaliações considerando mais níveis também permite uma visibilidade dos resultados de melhoria de processos em prazos mais curtos.



Os processos no MR-MPS são descritos em termos de propósito, resultados e informações adicionais e estão detalhados na seção 9. O propósito descreve o objetivo geral a ser atingido durante a execução do processo.

Os resultados esperados do processo estabelecem os resultados a serem obtidos com a efetiva implementação do processo. Estes resultados podem ser evidenciados por um artefato produzido ou uma mudança significativa de estado ao se executar o processo.
As informações adicionais são referências que podem ajudar na definição do processo pela organização. Normalmente, elas citam o processo ou sub-processo da NBR ISO/IEC 12207 e a área de processo do CMMI-SE/SWSM que estão relacionados ao processo do MR-MPS. Estas referências fornecem descrições de atividades, tarefas e melhores práticas que podem apoiar a definição e implementação do processo nas organizações.

Os processos são agrupados, por uma questão de organização, de acordo com a sua natureza, ou seja, o seu objetivo principal no ciclo de vida de software. Esse agrupamento resultou em três (3) classes de processos, que são:

Processos fundamentais - atendem o início e a execução do desenvolvimento, operação ou manutenção dos produtos de software e serviços correlatos durante o ciclo de vida de software;
Processos de apoio - auxiliam um outro processo e contribuem para o sucesso e qualidade do projeto de software;
Processos organizacionais - uma organização pode empregar estes processos em nível corporativo para estabelecer, implementar e melhorar um processo do ciclo de vida.

Os processos que compõem o MR-MPS são os descritos na Figura 2.


Figura 2 - Processos do MR-MPS



A capacidade do processo é representada por um conjunto de atributos de processo descrito em termos de resultados esperados. A capacidade do processo expressa o grau de refinamento e institucionalização com que o processo é executado na organização. No MPS, à medida que a organização evolui nos níveis de maturidade, um maior nível de capacidade para desempenhar o processo deve ser atingido pela organização.

O atendimento aos atributos do processo (AP), através do atendimento aos resultados esperados dos atributos do processo (RAP) é requerido para todos os processos no nível correspondente ao nível de maturidade, embora eles não sejam detalhados dentro de cada processo. Os níveis são acumulativos, ou seja, se a organização está no nível F, esta possui o nível de capacidade do nível F que inclui os atributos de processo dos níveis G e F para todos os processos relacionados no nível de maturidade F (que também inclui os processos de nível G).
Isto significa que, ao passar do nível G para o nível F, os processos do nível de maturidade G passam a ser executados no nível de capacidade correspondente ao nível F. A capacidade do processo no MPS possui cinco (5) atributos de processos (AP) que são: AP 1.1, AP 2.1, AP 2.2, AP 3.1 e AP 3.2. Cada AP está detalhado em termos de resultados esperados do atributo de processo (RAP) para alcance completo do atributo de processo, conforme definido a seguir:


AP 1.1 O processo é executado
Este atributo é uma medida da extensão na qual o processo atinge o seu propósito.
Resultado esperado:
RAP1. O processo atinge seus resultados definidos.


AP 2.1 O processo é gerenciado
Este atributo é uma medida da extensão na qual a execução do processo é gerenciada.
Resultados esperados:
RAP 2. Existe uma política organizacional estabelecida e mantida para o processo;
RAP 3. A execução do processo é planejada;
RAP 4 (para o Nível G). A execução do processo é monitorada e ajustes são realizados para atender aos planos;
RAP 4 (a partir do Nível F). Medidas são planejadas e coletadas para monitoração da execução do processo;
RAP 5. Os recursos necessários para a execução do processo são identificados e disponibilizados;
RAP 6. As pessoas que executam o processo são competentes em termos de formação, treinamento e experiência;
RAP 7. A comunicação entre as partes interessadas no processo é gerenciada de forma a garantir o seu envolvimento no projeto;
RAP 8. O estado, atividades e resultados do processo são revistos com os níveis adequados de gerência (incluindo a gerência de alto nível) e problemas pertinentes são tratados.

O RAP 4 tem exigências diferentes para o Nível G e para os níveis posteriores.


AP 2.2 Os produtos de trabalho do processo são gerenciados
Este atributo é uma medida da extensão na qual os produtos de trabalho produzidos pelo processo são gerenciados apropriadamente.
Resultado esperado:
RAP 9. Os produtos de trabalho são documentados, revistos e controlados em níveis apropriados de gerência de configuração.


AP 3.1. O processo é definido
Este atributo é uma medida da extensão na qual um processo-padrão é mantido para apoiar a implementação do processo definido.
Resultados esperados:
RAP 10. Um processo padrão é definido, incluindo diretrizes para sua adaptação para o processo definido;
RAP 11. A seqüência e interação do processo-padrão com outros processos são determinadas;


AP 3.2 O processo está implementado
Este atributo é uma medida da extensão na qual o processo-padrão é efetivamente implementado como um processo definido para atingir seus resultados.
Resultado esperado:
RAP 12. Dados apropriados são coletados e analisados, constituindo uma base para o entendimento do comportamento do processo, para demonstrar a adequação e a eficácia do processo, e avaliar onde pode ser feita a melhoria contínua do processo.
A Tabela 1 apresenta os níveis de maturidade do MR-MPS, os processos e os atributos de processo correspondentes a cada nível.

Tabela 1 - Níveis de maturidade do MR-MPS




BIBLIOGRAFIA BÁSICA
⇒ KOSCIANSKI, André. Qualidade de Software. São Paulo: Novatec Editora, 2007.
⇒ PRESSMAN, Roger S.. Engenharia de software. São Paulo: Makron Books, 2006.
⇒ SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de software. São Paulo: Pearson Addison Wesley, 2007



BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
⇒ PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da qualidade: Teoria e casos. Campus, 2006.


BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA

[ABNT, 1998] - ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO/IEC 12207 – Tecnologia de informação - Processos de ciclo de vida de software. Rio de Janeiro: ABNT, 1998, 35 p.

[ABNT, 2000] - ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 9000:2000 – Sistemas de gestão da qualidade e garantia da qualidade – Fundamentos e Vocabulário. Rio de Janeiro: ABNT, 2000.

[BUSH e DUNAWAY, 2005] Bush, Marilyn and Dunaway, Donna. CMMI Assessments: Motivating Positive Change. The SEI Series in Software Engineering. Pearson Education, Inc. 2005.

[ISO/IEC 12207:1995/Amd 1:2002] - the International Organization for Standardization and the International Electrotechnical Commission. ISO/IEC 12207 Amendment: Information Technology - Amendment 1 to ISO/IEC 12207, Geneve: ISO, 2001.

[ISO/IEC 12207:1995/Amd 2:2004] - the International Organization for Standardization and the International Electrotechnical Commission. ISO/IEC 12207 Amendment: Information Technology - Amendment 2 to ISO/IEC 12207, Geneve: ISO, 2004.

[ISO/IEC 12207:1995] - the International Organization for Standardization and the International Electrotechnical Commission. ISO/IEC 12207 Information technology – Software life cycle processes, Geneve: ISO, 1995.

[ISO/IEC 15504-1, 2004] - the International Organization for Standardization and the International Electrotechnical Commission. ISO/IEC 15504-1: Information Technology - Process Assessment – Part 1 - Concepts and Vocabulary, Geneve: ISO, 2004.

[ISO/IEC 15504-2, 2003] - the International Organization for Standardization and the International Electrotechnical Commission. ISO/IEC 15504-2: Information Technology - Process Assessment – Part 2 - Performing an Assessment, Geneve: ISO, 2003.

[ISO/IEC 15504-3, 2004] - the International Organization for Standardization and the International Electrotechnical Commission. ISO/IEC 15504-3: Information Technology - Process Assessment - Part 3 - Guidance on Performing an Assessment, Geneve: ISO, 2004.

[ISO/IEC 15504-4, 2004] - the International Organization for Standardization and the International Electrotechnical Commission. ISO/IEC 15504-4: Information Technology - Process Assessment – Part 4 - Guidance on use for Process Improvement and Process Capability Determination, Geneve: ISO, 2004.

[ISO/IEC 15504-5, 2006] - the International Organization for Standardization and the International Electrotechnical Commission. ISO/IEC 15504-5: Information Technology - Process Assessment - Part 5: An exemplar Process Assessment Model, Geneve: ISO, 2006.

[ISO/IEC 15939, 2002] - the International Organization for Standardization and the International Electrotechnical Commission. ISO/IEC 15939: Software Engineering – Software Measurement Process, Geneve: ISO, 2002.

[MPS.BR, 2006a] – ASSOCIAÇÃO PARA PROMOÇÃO DA EXCELÊNCIA DO SOFTWARE BRASILEIRO – SOFTEX. MPS.BR – Guia de Avaliação, versão 1.0, maio 2006. Disponível em: www.softex.br.

[MPS.BR, 2006b] – ASSOCIAÇÃO PARA PROMOÇÃO DA EXCELÊNCIA DO SOFTWARE BRASILEIRO – SOFTEX. MPS.BR – Guia de Aquisição, versão 1.1, maio 2006. Disponível em: www.softex.br.

[NBR ISO/IEC 12207] - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO/IEC 12207:1998. Tecnologia da Informação – Processos de Ciclo de Vida do Software. Rio de Janeiro: ABNT, 1998.

[PMI, 2004] - PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE - PMI. A guide to the project management body of knowledge. Syba: PMI Publishing Division, 2004. Disponível em: .

[SEI, 2002] - SEI. SOFTWARE ENGINEERING INSTITUTE. CMMI for Systems Engineering/Software Engineering (CMMI-SE/SW), Staged Representation, Version 1.1, Technical report CMU/SEI-2002-TR-02. Pittsburgh, PA: Software Engineering Institute, Carnegie Mellon University, 2002.



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